Atualidade

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Notas jurídicas em palavras simples — o direito e a vida prática nas Canárias, para quem vive entre dois países.

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Em destaque Heranças · 28 de out. de 2026 · 31 min de leitura Legítima em Espanha: o que um pai pode e não pode fazer no testamento (e quando a deserdação vale) A lei espanhola reserva aos filhos dois terços da herança e um usufruto ao cônjuge, e ainda assim um testamento pode mais do que se pensa: favorecer um filho com a mejora, manter a casa inteira, pagar aos outros em dinheiro. Deserdar só é possível pelas causas do Código, e o Supremo leva doze anos a dizer quando o afastamento conta. O que recupera o filho afastado sem razão, quanto tempo tem e como um residente estrangeiro nas Canárias escolhe outra lei. Ler o artigo
Heranças · 15 min de leitura

Morrer sem testamento em Espanha: quem herda, o que recebe o cônjuge sobrevivo e como o notário declara os herdeiros

O banco bloqueia a conta e pede uma declaração de herdeiros. Sem testamento, decide quem herda a lei do país onde vivia o falecido; nas Canárias, o Código Civil: primeiro os filhos, depois os pais, depois o cônjuge, que nos outros casos recebe um usufruto. Este guia percorre a ordem dos herdeiros, a parte do cônjuge, a ata notarial e os seus vinte dias úteis, as três certidões, os papéis que vêm do estrangeiro e os seis meses do imposto.

Heranças · 26 min de leitura

Doar uma casa ou dinheiro aos filhos nas Canárias: a bonificação de 99,9 % nas doações, o imposto sobre o rendimento que ela não elimina e quando esperar para herdar custa menos

Um casal em Adeje, um apartamento em Los Cristianos que vale 320.000 €, uma filha em Manchester: doar agora ou deixar herdar? Lido nas leis: a bonificação de 99,9 % só para os grupos I e II e só por escritura pública, o imposto sobre o rendimento dos pais pela mais-valia (34.100 € no exemplo) que a morte apagaria, a plusvalía municipal, que repartição e que prazo com um filho não residente, a via do usufruto, o sobrinho que deve sempre esperar e a colação do Código Civil.

Heranças · 21 min de leitura

Renunciar a uma herança em Espanha: porque é que cinquenta e cinco mil pessoas por ano dizem que não, e como fazê-lo bem

Em Espanha recusam-se mais de 55.000 heranças por ano, e o motivo raramente é o imposto. O que o Código Civil permite — aceitar, aceitar a benefício de inventário ou renunciar —, como tem de ser a escritura notarial, os relógios que correm (nove dias, trinta dias, seis meses, quatro anos), os atos que já contam como aceitação, quem herda quando diz que não e o que uma renúncia nunca lhe tira: o seguro de vida, a pensão de sobrevivência, a sua metade da casa.

Heranças · 13 min de leitura

O testamento espanhol do residente estrangeiro: a escolha de lei e o certificado sucessório europeu

Um residente em Tenerife ou Fuerteventura falece sob o direito sucessório espanhol salvo se um testamento escolher a lei da sua nacionalidade — uma frase que decide se os filhos ficam com dois terços ou o cônjuge fica com tudo. Como funciona a escolha, a armadilha do reenvio para os proprietários que vivem fora, o que um testamento espanhol deve dizer para coexistir com o do seu país, e o certificado sucessório europeu que permite a um herdeiro de Adeje abrir uma conta em Munique.

Heranças · 3 min de leitura

Herdar nas Canárias: a família paga (quase) nada — se os papéis estiverem em ordem

O desconto de 99,9% torna quase isentas a maioria das heranças familiares. O senão: prazos, avaliações e uma declaração bem entregue.